Início do blog ... Santa Cruz 2 x 1 Náutico, 1993
Caro Amigo Coral,
Durante um tempo mantive um site do nosso Santa Cruz (o SCFC). Uma das seções que criei e que mais gostava era uma que se chamava, não tenho certeza, Meu Jogo Inesquecível. Nela, os torcedores falavam sobre o seu jogo inesquecível, descrevendo o jogo em si e as emoções vividas. A internet muda sempre e agora existem os blogs. Tive então a idéia de criar este para reviver estas emoções. A idéia é simples. Eu coloco um post a respeito de um jogo inesquecível do Santa Cruz. Aí, você coloca em seus comentários o que você lembra daquele jogo, indo para o campo no dia ou não.
Peço a todos apenas que não fujam do tópico. Assuntos atuais podem ser discutidos no Blog do Santinha e no Blog Torcedor Coral. Outro pedido meu é que falem sobre aquele jogo específico postado. No final do seu texto, pode-se colocar sugestões de outros jogos para que sejam abertos posts deles. Acho que assim fica bom.
Contamos com sua visita e sua participação. Este blog é mais uma forma de demonstrar nossa paixão pelo Santa Cruz Futebol Clube, O Mais Querido clube das multidões !
E para começar ... Santa Cruz 2 x 1 Náutico, decisão do Pernambucano de 1993. Jogo inesquecível, heim ?
Aguardo sua participação. Mãos à obra então.
Saudações Corais,
Valter Azevedo

31 Comments:
Apenas testando pra ver se tá tudo ok ...
O classico mais emocionante de todos os tempos foi esse...
Detalhe, no dia desse jogo fui com o meu Pai...
Ele saiu de lah aos 30 do 2º tempo, chegou em ksa arretado e quando ligou o radio viu q o santa tinha sido campeão...
serah q o peh frio era ele??
huahauhuahaua
Foi ai que minha paixão pelo nosso santa começou. No gol do nosso célio, fiquei uns 30 segundos olhando pro bandeirinha pra ver se era verdade. Era verdade: GOL DO SANTA !!!! Chorava eu, meu pai, minha mãe, meus vizinhos...que delicia. Tomamos todas...
38 do 2º tempo, barbie 1x0, nos com 10 em campo, de repente como se fosse por obra divina o santa faz 2 gols e é campeão, num titulo sobre qual as rosas ja davam como certo. emocionante, inesquecível !!
Eu tinha 12 anos de idade, morava em Garanhuns na época, e eu, meu pai e meu irmão na época 9 anos, saímos de Garanhuns para vir assistir esse jogo aqui em Recife. Lembro que aos 30 a torcida do Santa saía e muita gente já tinha saído, porém nós continuávamos lá. Eu muito pequeno, já cansado e sem esperanças, tinha me sentado na arquibancada junto com meu irmão e não estávamos mais assistindo ao jogo, só nosso pai que continuava assistindo. Lembro que me levantei e alguns minutos depois o Santa fez o 1º gol. Comemoramos bastante, mas ainda sim eu estava sem esperança que fizesse o 2º gol. E pouco tempo depois o 2º. Daí então foi uma ansiedade enorme enquanto aguardávamos o fim do jogo. Mas foi uma das maiores alegrias que eu tenho lembrança de minha vida.
Abraços a todos.
Que jogo arretado. Eu não sabia se sorria ou se chorava. Que emoção...
Amigo Valter Azevedo, parabens pelo Blog.
Abraços, Alex dos Anjos
Não pude ir a esse jogo, já morando em João Pessoa e no trabalho, tive que me contentar em escutar o jogo pelo rádio.
Escutei todo o segundo tempo em casa, e ao final abri uma garrafa de Vodka tomei um bocado pura mesmo sem gelo e derramei o restante na minha cabeça, a vodka se misturou as minhaS lágrimas de emoção.
SANTA CRUZ EU TE AMO!
Valter, que tal o próximo a decisão de 83, tbm contra o Náutico, qdo o Santa Cruz sagrou-se TRI-SUPER CAMPEÃO, esse pra mim é o meu jogo inesquecível, nesse eu chorei demais na arquibancada foi emoção do início ao fim!
porra, eu tava no estádio... na torcida do nautico, pq meu pai é nautico.
eu so lembro do povo gritando É CAMPEÃO e eu lá, calado... meu tio olhou pra mim e fez: HAHAHAHA...
O santa empatou, e virou. E meu tio foi pra casa, meu pai ficou porque eu pedi.
Cheguei na casa do meu tio depois, abri a porta do quarto dele, ele tava dormindo... acendi a luz e falei: HAHAHAHA
Fui ao jogo com 2 colegas alvirrubros e ficamos nas cadeiras, foi a primeira vez que assisti a um jogo nas cadeiras no arruda, juntei um dinheirinho desde o final do segundo turno. Foi sem dúvida o jogo mais emocionante que assisti no mundão, a torcida tricolor retornando às arquibancadas após o primeiro gol, aquele novo ângulo de visão do arrudão, o segundo gol naquela falha incrível do zagueiro do náutico, a cara de babaca dos meus colegas...Foi espetacular.
Outro jogo sensacional foi um 5x0 no náutico tambem naquela época. Bons tempos...
Chuva torrencial e alegria descomunal. Tudo o que lembro daquela epopéia inesquecível. Meu amigo Carlinhos tristinho , nos aguentamos e vimos todo o jogo. A prorrogação foi de matar.
Saudações tri, de corpo e alma. Boa a sugestão do do jogo de 83 e também do bi no chiqueiro.
Rogério Moura.
Eu fui para o jogo com meu irmão e 5 amigos dele, eu tinha apenas 10 anos. Logo na entrada meu irmão que na epoca tinha 20 anos estava com vontade de voltar para casa por causa da quantidade de torcedores estava com medo porque eu era muito pequeno, eu e os amigos dele falávamos para ele que: "nos já estamos aqui e nao vamos voltar".
Quando estavamos nos corredores era tanta gente que um dos amigos do meu irmão caiu, mas nada grave, um dos amigos dele falou que era melhor eu ir nas costas dele pq ele era alto, eu como nao sou besta as aceitei. Pronto ja estávamos nas arquibancadas, nos ficamos na divisa entre as torcidas.
O jogo começa, chuva caindo fina, gramado ficando molhado e a bola
escorregadia. Falta para o Náutico. Paulo Leme cobra rasteiro a bola molhada escorrega da mão de Marcelo. E para assustar ainda mais a torcida tricolor
Washington a esperança de gol tricolor foi expulso.A chuva engrossa. Náutico dá sufoco. Nossa defesa fragilizada e desfalcada.
Vem o segundo tempo, é so sufoco que o nautico da no Santa.
Era por volta dos 30 minutos, ai os amigos do meu irmao estavam com vontade de ir embora ai foi a vez do meu irmao falar que nao ia, 3 amigos dele foram embora ficando so eu, ele e dois amigos dele. Por volta dos 37 minutos do segundo tempo a bola é lançada para Fernando, que entra livre, dribla Paraíba com a maior calma do mundo e mete para o fundo da rede. Os amigos do meu irmão que ja estavam no onibus voltaram.
Eu falei bem baixinho para meu irmao: "Eu estou sentido que o Santa vai ser campeao com um gol desse baixinho ai que entrou no ataque" (Era Celio), ele falou para os amigos dele, todos ficaram tirando onda da minha cara eles falavam que ele era muito ruim e nao iria fazer o gol, eu fiquei calado porque na epoca nao era tao ligado nas noticias do Santa. Foi quando Celio recebeu um lançamento de Serginho no bico da grande area e chutou de qualquer jeito uma trivela no canto do goleiro Paraiba. O Arruda "desaba" de tanta alegria tricolor. Um desconhecido que estava do nosso lado que riu quando eu falei que Celio ia
fazer o gol me colocou nos braços e perguntou:' " É a sua primeira final" , eu
respondi que sim ai ele me falou: " Todas as vezes que o Santa for para uma final você venha e diga de quem vai ser o gol do Santa que com certeza ele vai ser campeao", nos ficamos amigos o nome dele era Andre e tambem morava eu Boa Viagem perto do porcão onde eu morava na epoca. Nos ficamos amigos, nós tínhamos roubado o carro da minha mãe e demos uma carona a ele. Nos estavamos no Pina quando ele falou para nos pararmos em um barzinho para comemorar nos fomos, ele pagou tudo. Depois desse dia todas as vezes que nos iamos para o campo nos iamos com ele. Eu ia para a casa dele e tudo, fiquei amigo da mulher dele e da sua filha que na epoca tinha 15 anos.
Ate que em 95, quando eu fui de ferias para Brasilia, e nao fui para o jogo, quando
eu voltei eu fui na sua casa para dar umas lembranças de Brasilia eu recebi a noticia que ele tinha morrido de enfarto por causa do jogo do santa. A sua mulher
e sua filha me deram todas as suas coisas do Santa e eu as guardei com muito carinho ate o ano passado quando a Debora filha do Andre teve um filho o Andre Neto e eu dei todas as coisas para ele. Depois disso eu posso falar que meu jogo inesquesivel foi esse, quando eu conheci esse grande torcedor do Santa Cruz Futebol Clube!!!!!
(texto enviado para o www.santacruz.esp.br em 2001)
Final do campeonato pernambucano de 1993, Santa Cruz x Náutico, no Arruda. O 1o jogo da final teria acontecido nos Aflitos: Náutico 1 x 0 Santa.
No Arruda, ainda no primeiro tempo, Whashington, o principal artilheiro tricolorfora expulso. O Santa precisava vencer, mas agora com 10 homens em campo. No final do primeiro tempo, Paulo Leme cobra a falta e Marcelo aceita: Náutico 1 x 0. Recomeça o 2o tempo, 10 ... 20 ... 30 ... 35 minutos sem gol nenhum. A essas alturas, o Santa precisava de 2 gols para levar a decisão para a
prorrogação, jogando pelo empate. A massa tricolor começa a deixar o Arruda até que, aos 38 minutos, Fernando dribla o goleiro Paraíba e GOL DO SANTA! É o empate ... Foi um corre-corre danado, a torcida do Santa voltava para as dependências do Arruda!!! As torcidas ansiosas e o tempo passava ... Até que aos
44 minutos, após um lançamento da zaga tricolor, o zagueiro alvirrubro falha e Célio, que havia entrado no lugar de Mazo, vira herói ... Acerta um chute cruzado, sem chances para Paraíba. DELIRA A MASSA TRICOLOR!!! Santa 2 x 1.
Na prorrogação. o Santa era só chutões, segurando o resultado até o final, onde sagramo-nos CAMPEÕES PERNAMBUCANOS DE 1993!
Sem dúvidas, esse foi, nos meus 15 anos, a mais disputada e emocionante disputa por um título! E graças a DEUS, deu Santinha na cabeça!
(texto enviado para o www.santacruz.esp.br em 2001)
Meu pai trabalhava na Rapidão Cometa (empresa de Américo Pereira, conselheiro e ex-dirigente do Náutico) e foi convidado para assistir ao jogo do camarote de Américo no Arruda. Só havia eu e papai de tricolores lá. Quando o Náutico fez o seu
gol, era tanta gozação que preferimos nos juntar aos tricolores das cadeiras. Pulamos a janela do camarote para as cadeiras e ficamos amargando o sofrimento do time sem o centro-avante Washington (expulso).
O Santa precisava da vitória para jogar pelo empate na prorrogação. Já estávamos em 35 minutos do segundo tempo e precisávamos de um milagre, ou seja, 2 gols. Não agüentamos tanto sofrimento, um jogador a menos, juiz roubando, perdendo o título em casa; decidimos sair do estádio. Parecia que o jogo tinha acabado devido à quantidade de pessoas que abandonavam o Arruda. Quando estávamos entrando no carro escutamos um grito, ainda um pouco tímido, da torcida tricolor. Imaginamos que o Santa tivesse empatado. Mas não chegou a nos dar ânimo pois o cronômetro estava para zerar. Éramos um só sofrimento a caminho de nossa casa, em Candeias. O rádio do carro estava quebrado e não podíamos acompanhar o apito final do juiz. Paramos, enfim, desiludidos, para comermos um sanduíche na esquina de casa. Minha tristeza era tanta que não
quis sair do carro. Foi quando meu pai voltou gritando da lanchonete: Filho, Filho... O jogo está na prorrogação!!!. Não acreditei a princípio. Só quando
chegamos em casa, meu pai ligou o rádio da sala e o jogo estava com 10 minutos do segundo tempo da prorrogação. Fiquei meio sem saber o que havia acontecido mas sei que não sobraram unhas no apito final. A emoção foi tanta que voltamos de Candeias para o Arruda para comprarmos a faixa de Campeão. Fizemos a festa com a torcida na sede e depois saímos para comemorar em Boa Viagem. Este, sem dúvida, foi meu jogo inesquecível. E talvez o do meu pai.
Segunda partida das finais. Santa havia perdido a primeira por 1 x 0. Às vezes, pelo comportamento da torcida (mais forte e vibrante que a adversária), sinto que o Santa vai ganhar o jogo. Fiquei um pouco preocupado, pois a torcida do Náutico estava mais vibrante, como no primeiro jogo. Senti aquele mau estar, achando que o perderia o campeonato.
Chuva caindo fina, gramado ficando molhado e a bola escorregadia. Falta para o Náutico.Marcelo forma a barreira e Paulo Leme vai bater a falta. Tensão total. O Paulo Leme estava no auge da forma. Já tinha feito uns gols de falta,estava cobrando muito bem. Então ele correu, bateu ... um certo alívio
(passageiro), Marcelo estava na bola. Mas... o que aconteceu ??!! A bola foi para o gol. Tinha escorregado das suas mãos.Um frangaço!!! A torcida tricolor
já estava fria, congelou naquela chuva. A timbu explode!!! A preocupação aumenta quando Washington, nosso ídolo e artilheiro (inclusive do campeonato) na época,foi expulso por fazer falta por trás em Lúcio Surubim. Precisávamos da vitória para levar o jogo para a prorrogação e depois podermos empatar. E estávamos perdendo e com um homem a menos. E o pior, nosso melhor jogador. A chuva engrossa. Náutico dá sufoco. Nossa defesa fragilizada e desfalcada.
Vem o segundo tempo e mais sufoco do Náutico, que perde muitos gols. Luciano Veloso (técnico do Náutico) pede para o time tocar mais a bola. Paulo
Leme queria ir para cima e detonar de vez o Santa. Inclusive, os dois discutem junto à lateral. Passa o tempo e o Santa nem um susto fazia para calar a boca
dos torcedores do Náutico. Por volta dos trinta a trinta e três minutos do segundo tempo, a torcida timbu começa a gritar: É campeão!!! E a torcida tricolor começou a ir embora. Meu colega Ariston, começa a chamar-me para ir embora, dizendo que tudo estava acabado. Aporrinhou-me tanto para ir embora que mandei ele ir embora, se quisesse. Um cara (desconhecido) que estava ao nosso lado, também afirmava que era melhor ir embora que não tinha jeito. Mas eu não gosto de sair
antes do jogo acabar. Disse para eles: "Se o Santa fizer um gol, ele vira!". Não era nenhuma profecia e sim a minha torcida para que o time reagisse. Dali a
pouco, no máximo dois minutos depois, a bola é lançada para Fernando, que entra livre, dribla Paraíba com a maior calma do mundo (numa hora daquela) e mete para o fundo da rede. Que gol lindo!!! Eram decorridos trinta e sete minutos do segundo tempo. A torcida tricolor explodiu!!! A timbu calou-se. De repente, as sociais do Arruda começa a encher, fica lotada, até ali perto do fosso. Muita gente voltando. Era a nossa gente entrando para assistir ao final do jogo. O desconhecido, que estava ao nosso lado, põe a mão no coração, gritando, ai Meu Deus, ai Meu Deus. Então falei para ele, brincando: "olha, não passa mau aqui não! Pois eu não vou te socorrer. Daqui a pouco vai ter a virada!!".
E agora ? Precisávamos de mais um gol. O Náutico não se encontrou mais. O Santa empurrava de qualquer maneira a bola para frente e o Náutico rebatia desesperado. Até que, aos quarenta e quatro minutos, a bola é rebatida por Araújo(1), um bombão, mais ou menos da linha divisória do campo, para cima. A bola começou a descer. Parece que vem em câmera lenta, descendo ...
descendo e Parreira vai rebater a bola de cabeça. Uma bola que era para ser chutada ... a bola passa caprichosamente raspando sua cabeça e entre suas pernas. Que falha incrível!!! Bate numa poça d'água e se adianta um pouco. Mais
ou menos na quina da grande área, lado direito. Célio(2) que, não tinha bola perdida para ele, vinha na carreira para disputar o lance com Parreira, do jeito que ela passou por Parreira, ele emendou. Uma verdadeira bomba!!! Que golaço!!!! O Arruda "desaba" de tanta alegria tricolor. O desconhecido me levanta nos ombros dele (quase que levo uma queda). E ficava dizendo: "Bem
que você disse!". Ariston ficava dizendo: "Se tivéssemos ido embora não tínhamos visto nada". Inacreditável, vencemos um jogo em apenas sete minutos!!!! Foi na GARRA!! Depois foi só esperar mais trinta minutos de bola mandada para tudo que é lado e comemorarmos mais um campeonato!!
(texto enviado para o www.santacruz.esp.br em 2001)
O Santa Cruz já me deu diversas alegrias, Vários momentos de pura emoção. Eu poderia citar vários jogos inesquecíveis, já que sou frequentador assíduo dos jogos no Arrudão.. Podia citar por exemplo o Santa 2 x 1 Bahia onde o coro dos tricolores no fim era "Ei Bahia, vá tomar ..." Ou o desespero que me deu no Santa 3 x 2 Volta Redonda...Com o medo da 3 divisão... Mas prefiro citar a final do Pernambucano de 1993, Santa 2x1 Náutico...
A situação era a seguinte: O Santa foi pra final precisando de três empates, um nos Aflitos, um no Arruda e um na prorrogação...
No primeiro jogo nos Aflitos deu Náutico, que conseguiu reverter a vantagem de jogar pelo empate...
E a final ficou pro Arrudão.. O Estádio estava completamente lotado e lá estava eu com 11 anos entrando de Mascote... O jogo começou e logo no inicio o
Náutico colocou 1 a zero.. A mundiça fez a festa. Pouco depois o artilheiro do campeonato e melhor atacante tricolor foi expulso injustamente pelo arbitro...
Foi um grande desespero... E assim terminou o primeiro tempo... A situação era a seguinte: O Santa precisava virar o placar e ainda empatar na porrogação...
No segundo tempo o jogo continuou Truncado.. E já no fim começou a cair uma chuva fina... O que serviu de animo para os torcedores alvirubros. Foi o marco pra torcida tricolor começar a deixar o estádio.
Mas foi ai que aos 42 minutos aproximadamente saiu o primeiro gol do Santa.. A torcida tricolor deu apenas um pequeno grito de gol mas logo os alvirubros voltaram a gritar "Eh campeão..." Parece que foi castigo para eles mas aos 45 minutos, saiu o segundo gol do Santa.. Me lembro como se fosse hoje, Um toque, a bola passou pela frente de Parreira, um zagueiro do Náutico, que tentou cabecear a bola mas cheirou e sobrou para Célio que chutou no canto direito do goleiro do Nautico... Aí a torcida tricolor foi ao delírio... Um tio meu que já havia saído do estádio estava ouviu os gritos e ligou o rádio pra ver se já havia terminado, e soube do gol.. Foi aí que ele voltou correndo pra dentro do estádio...
E assim teve inicio a uma porrogação com os alvirrubros completamente arrasados e sem forca pra uma reação e um Santa motivadíssimo e jogando à base do chutão.. Foi ai que quando Marcelo ia bater um tiro de meta o Juiz pediu a bola e falou para Marcelo "Tu es Campeão" e encerrou o jogo... E o resto foi só festa tricolor...
(texto enviado para o www.santacruz.esp.br em 2001)
teste
Tricolores,
Não fui ao Arruda naquela noite de 1993, nem no Recife estava. Vivia em São Paulo, era repórter de Polícia de um jornal chamado Diário Popular, o lugar mais interessante onde já trabalhei.
Morava num quitinete de merda na rua Martins Fontes, a meio caminho entre a Consolação e o Bixiga, pertinho do jornal. Não havia como acompanhar a decisão, me contentei em ligar o rádio para acompanhar os resultados parciais durante a transmissão de um jogo do Palmeiras.
Só no intervalo o repórter informou que estava 1 a 0 pra barbie, explicando que até o empate dava o título pros alvirrubros e coisa e tal. Depois, disse que Washington tinha sido expulso. ”Então fodeu”, e desliguei o rádio.
No outro dia de manhã, fui trabalhar. O Diário era o único jornal paulistano que publicava um tabelão com resultados dos estaduais. Para os demais, o Brasil era São Paulo, Rio, Espanha, Itália, França e Alemanha. E nesse tabelão estava escrito: “Santa Cruz 2 x 1 Náutico (0 x 0 na prorrogação, Santa Cruz campeão)”.
“Oxente, será que o pessoal de esportes errou?” Não havia ninguém de esportes na redação, eram umas 10 da manhã, madrugada para a editoria de esportes. Como não havia internet e só os editores tinham acesso às agências, me enfurnei numa salinha onde ficavam as máquinas de telex e comecei a remexer nos rolos de papel de telex, na esperança de confirmar aquela notícia.
Não logrei êxito, como diziam os policiais que eu entrevistava na época.
Aí, me agarrei ao telefone e tentei encontrar algum tricolor que pudesse me confirmar o fato. Manoel Ferreira não estava em casa. Normal, Mané deveria ter tomado todas, com o time ganhando ou perdendo. Ligar para Zé Gustavo... nada feito, não tinha o telefone de Gustavo. De Laércio Portela eu tinha, mas o telefone tocou e ninguém atendeu (anos depois, eu vim saber que ele estava embriagado, trancado no quarto. Parece que Mané estava na sala, mas em pior situação, não escutou nada também).
Só havia uma saída: decidi ligar para a casa de Serginho Sousa Cruz, onde são todos alvirrubros. Alguma notícia eles teriam. Liguei... 341-12xx, “aalllôoo...”, pela voz era Daniel, irmão mais novo de Sérgio. “Oi Daniel, é Inácio, quanto foi o ...” . “Vai tomar no cu, porra!” E desligou.
Ele nem precisava dizer mais nada. O Santinha tinha sido campeão. E ele tava arretado da vida, lógico. Mas resolvi ligar novamente, só para aperrear. Precisei insistir, pois nas duas próximas ligações, Daniel nem me deixou completar a pergunta. Na quarta vez, ele berrou: “tu sabe que foi de virada, sabe que o Santa foi campeão, então vai se arrombar aí em São Paulo, seu feladaputa!!!”
Depois, recusei as pautas que Odilon, o chefe-de-reportagem, quis me entregar. Aleguei que estava esperando uma ligação de um delegado importante sobre um caso misterioso e exclusivo. Ele acreditou (ou fingiu acreditar. Odilon era muito vivo) e fiquei esperando o Globo Esporte. Quando vi as cenas, berrei e pulei como um doido na redação do Diário Popular.
É Verdade! que jogo inesquecível , como meu amigo e colega Rubens eu tb já morava em João Pessoa e ouví td pelo rádio, meu pai que estava comigo já tinha ido pro quarto quando empatamos, eu estava na cozinha pois era o unico lugar da casa que pegava uma rádio do Recife, não disse nada a ele mas quando marcamos o segundo gol quase que o prédio todo acordou, e pior ninghem sabia o que era que estava acontecendo pq aquí infelizmente só se vibra quando é Flamengo, Vasco etc... muita gente pensou que era algum assalto ou coisa parecida . mais valeu apena quase não dormí. Te Amo Santa !
CARO AMIGO VALTER, FIQUEI FELIZ EM SABER DA SUA INICIATIVA EM FAZER ESTE BLOG VALEU AMIGO, REALMENTE ESTE JOGO FOI MAIS UMA FAÇANHA DO NOSSO SANTINHA EU JÁ ESTAVA EM CASA TODO DESANIMADO COM O RESULTADO ESCUTANDO OS ÚLTIMOS MINUTOS DO JOGO PELO RÁDIO, QUANDO QUE DE REPENTE COMO DIZEMOS, O ENTERRO COMEÇOU A VOLTAR DA PORTA DO CEMITÉRIO, FOI INSQUECÍVEL AQUELA VIRADA, EU GRITAVA DE ALEGRIA EM FRENTE DE MINHA CASA QUE ERA ALI QUASE VIZINHA DO COLOSSO DO ARRUDA, NUMA EMOÇÃO SEM MEDIDAS, SÓ MESMO O GLORIOSO SANTA CRUZ PARA NOS DAR TANTAS EMOÇÕES, UM CORDIAL ABRAÇO E SAUDAÇÕES DO MAIS QUERIDO CLUBE DAS MULTIDÕES. WILLIAM RIBEIRO JR.
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Este talvez seja o jogo mais inesquecível da História do Santa Cruz F.C. Primeiro, porque no primeiro jogo da final tínhamos tomado um "vareio" de bola do time do Náutico, o que garantiu ao nosso rivel jogar com a vantagem do empate no segundo jogo e depois pelas circunstâncias do mesmo que recordo agora: Fui a este jogo com alguns amigos, pois apesar da derrota no primeiro jogo, acreditava que o este time do Santa era melhor que o do Náutico. Inclusive, tinha apostado uma grade de cerveja com o hoje técnico de futebol(qualquer um hoje é "professor de futebol") Roberto Fernades, que era torcedor do Náutico e diga-se de passagem, não pagou a aposta. Noite chuvosa, o jogo começa com um gol anulado de forma incorreta(quando se ganha ninguém reclama da arbitragem!) de Fernando, pois cafezinho, lateral do Náutico dava condição de jogo(na fita que tenho do jogo, ele inclusive coloca as mãos na cabeça depois do gol, vendo a bobagem que fez). Depois, o hoje "comentarista tranquilo"
Lúcio Surubim entra duas vezes de forma "criminosa" em Washington e nem amarelo recebe. Quando o artilheiro tricolor revida entrando duro em outra jogada, é expulso de campo sem sequer ter tomado o cartão amarelo. Para piorar ainda mais, o excelente goleiro Marcelo toma um gol fácil numa falta cobrada por Paulo Leme, atrapalhado pela chuva que caía torrencialmente. Ou seja,depois da queda o coice. As perspectivas para o segundo tempo eram as piores possíveis; e pareciam se confirmar no reinício do jogo, com o Náutico "avassalador", perdendo um gol atrás do outro e o Santinha entregue. Meus amigos começaram a ir embora e eu disse que ficaria até o fim para aplaudir o time, que tinha feito uma grande campanha ao longo do campeonato e para mim estava sendo roubado. Com os amigos foram-se os guarda-chuvas e eu que já estava meio molhado, fiquei ensopado e com um chato do meu lado dizendo que era melhor ir embora pra não escutar gozações. Mas DEUS é pai, não é padastro; o melhor ficou pro final: 38 minutos, numa jogada bem trabalhada Fernando invade a área, dribla o goleiro e toca com categoria. De repente, foi como se as gotas de chuva retornassem às nuvens, nunca vi tanta gente retornando ao estádio. Em minutos a arquibancada da rua das Mmoças, atrás da barra, onde eu estava, voltou a ficar lotada e o que parecia impossível aconteceu: o zagueiro do Náutico Parreira(também com este nome!)vai cortar um bola rente ao chão de cabeça e fura a cabeçada, ela espirra na poça e sobra pro Célio, que está de costas para o gol, deixa ela passar e enfia o pé, de trivela, acertando o cantinho de Paraíba. Aí foi loucura total! A torcida não parou mais de gritar, pois ainda tinha a prorrogação, na qual agora jogávamos pelo empate. E o Náutico, confirmando a fama de time "frouxo", entregou-se até o apito final. Invadi o campo, arranquei grama pra plantar em casa, e como diz meu filho de sete anos; "pirei da batatinha". Do estádio, fomos pra sede, de lá passei em casa pra abraçar meu pai e depois para o Bar do Gordo na Madalena, cujo dono era tricolor, onde enrrolado numa bandeira do Mais Querido, fiquei até o dia raiar, bebendo e onde também escutei de um senhor de cabelos bem grisalhos com a voz embargada, que tinha vivido muitas conquistas do Santa Cruz: "Meu filho guarde esta noite nas suas melhores lembranças, pois este é o título mais difícil já conquistado na história do futebol pernambucano!" Fui pra casa tomar café e lembrei que tinha prova de Economia, apesar de fazer engenharia, às 7:30 da manhã. Com a roupa que estava, fui pra faculdade, ainda enrrolado com o manto tricolor e entrei triunfante numa sala repleta de burro-negros e alvi-rosas, para informar o professor em alto e bom som que ele poderia colocar ZERO na minha prova, aliás, DOIS ZEROS, um pra cada gol do título que eu não estava nem aí, aliás, se naquele momento eu descobrisse que estava com uma doença terminal, eu morreria feliz. O professor, vendo o tamanho do "doido" que estava na sua frente, disse que eu podia fazer segunda chamada sem problemas. Mas, pensa que o dia terminou aí? Não, fui até a Rede Globo no morro do peludo em Olinda, atrás de um taipe do jogo. Não conseguindo, gravei o Globo Esporte e fui à tarde na TV Tribuna, onde consegui comprar uma cópia em vídeo, que gerou dependência psicológica em mim, no meu pai e no meu irmão: todos os dias depois do almoço, durante semanas, assistíamos ao jogo "hipnotizados", terminando a fita chorando os três juntos, afinal a família que torce e se emociona unida, permanece unida.
P.S. Durante muito tempo, só pra provocar e causar indignação nos burro-negros, que se acham os mais fanáticos do mundo, dizia que o momento mais importante da minha vida, não tinha sido o nascimento dos meus filhos, que ocorreram depois, mas o gol de Célio que virou este jogo e nos deu o título.
LUCIANO FRANÇA / SURUBIM/PE
ESTAVA ESCUTANDO PELO RÁDIO E AOS 30 MIN DO 2º TEMPO FUI DORMIR MUITO TRISTE POR SINAL, MAS PRA MINHA SURPRESA HAVIA UM ALVIRUBRO QUE MORAVA AO LADO DE MINHA CASA E O MESMO CHEGOU às 6h35 APROX. E MIM ENTREGOU O JORNAL DO CORMERCIO E NO MESMO MOMENTO NÃO ACREDITEI, PASSEI O DIA INTEIRO OLHANDO PARA O JORNAL SEM ACREDITAR, ATÉ HOJE GUARDO COM MUITO CARINHO.
Fui aquele jogo com meu cunhado Jojoca, que não tinha costume de ir ao jogo. Assim que chegamos no arruda, fomos tomar umas, Jojoca disse que já que não compramos ingressos poderiamos ficar por ali e escutar no radio. Disse a ele que já tinha comprado os ingressos e que teriamos que entrar, esperei um tempo e sem ele perceber comprei os ingressos a um cambista. Já em campo, quando o Nautico fez 1X0, muita gente indo embora e os que ficavam criticando o time, diretoria e tudo mais. Me arretei comecei a gritar: "voces são uns torcedores pe de radio, só se dizem torcedor quando o time ganha, eu digo a voces vamos ganhar este jogo e ser campeões". Teve gente que disse que era desabafo da cachaça, hahahaha. Poxa, quando saio o 2º gol, foi muita gente a me abraçar, apertar a minha mão, tapinha nas costas. Foi emocionante. LEMBRAR DISTO HOJE, 15/06/07, DEPOIS DAS DECLARAÇÕES DE EDINHO. ME FAZ DIZER: "NÃO VAMOS ESMORECER, VAMOS AOS JOGOS, VAMOS GRITAR, EU SOU TRICOLOR". Para nós nunca foifacil.
Realmente foi um jogo impressionante. Tava chuvendo bastante, mas o estádio estava muito bonito e me lembro que foram distribuídas muitas bandeirinhas que deram um toque a mais na festa. Eu tava na Geral atrás do gol oposto ao que Célio marcou. Trabalho numa loja de Eletrodomésticos e encontrei o Sr. Wilson de Souza (arbitro da partida) e comentei com ele sobre aquele jogo, ele me falou que também foi um dos jogos mais importantes de sua carreira. Um bom momento para se lembrar e muito distante desse time que temos hoje. Valeu galera!!!
Esse jogo foi um daqueles momentos que não se consegue esquecer. Eu estava lá, no estádio, torcendo pelo Santinha. Nunca me esqueço da comemoração pelo gol de Célio (camisa 15 - número que desde então adotei como talismã). Absolutamente indescritível. Nunca vi um jogo naquelas circunstâncias. Um homem a menos, precisando fazer dois gols. Pra mim, o jogo da minha vida...
Abraços a todos os irmãos tricolores.
gostaria de lembra de um outro jogo inesquecivel pra mim, foi um 0x0 na ilha, não lembro bem o ano mais tinha no santa o camisa 10 luiz carlos que jogou no parana, o santa jogava pelo empate e tirava a unica chance da coisa de permanecer vivo no estadual, o santa teve dois jogadores expulsos, fizeram de todo pra ajuda a coisa, mais nosso time jogou com muita raça que ha tempos não tinha visto. otima lembra no chiqueiro!
Fui pra esse jogo, mas a festa toda eu só pude ver do lado de fora... Meu pai, com medo da reação de nossos torcedores ao perder das barbies em casa, achou melhor sair... e, já margeando o canal voltando para casa, escutamos o primeiro gol do glorioso: era o empate! Ficamos naquela, volta ou não volta?! resolvemos continuar a ir pra casa, só que desta vez com ouvidos no Mundão, já que morava a poucas quadras de lá. E, para nossa profunda alegria, escutamos o segundo gol... foi uma correria, não só nossa, como de uma multidão que já tinha desistido daquele confronto. "Vou comprar outro ingresso!", lembro de torcedores falando, eufóricos. Eu tinha apenas 9 anos, mas lembro daquele jogo como o melhor de minha vida, apesar de não ter comemorado o campeonato de dentro do mundão.
Bons tempos aqueles... Minha esperança é de um novo Santa Cruz como aquele, com craques como Washington e o goleirão Marcelo.
8 anos.
no túnel principal do arruda, os jogadores se juntavam naquele tradicional circulo de emoçao. Braços dados, energia passando de um pro outro. Juras de raça, determinaçao e coragem. A gente, eu e meu primo artur, pequenininhos no meio dos grandalhoes, tentávamos entrar nos acotovelando com os outros mascotes naquela última preleçao.
Pra quem nunca teve essa emoçao eu explico que na boca do tunel os jogadores param e se juntam. É alí, ou pelo menos era na época, ao som ecoado da massa alucinada, entre as paredes frias e escuras do túnel, que os jogadores se enfurecem para entrar em campo. É um descarregamento de adrenalina impressionante, principalmente numa final.
-Raça, porra! A gente vai entrar nesse campo com raça! Hoje não é um jogo qualquer, hoje é dia de ser campeão.
Imagino eu tenha sido o texto naquele dia. O que nao imagino e sim lembro é que depois de falar aos urros de todos os outros jogadores alguem gritou:
-Vamo ser campeão porra! - e todos repetiam gritando VAMO SER CAMPEAO, PORRA!!!
Ficar repetindo esse grito foi uma coisa que me marcou muito naquele dia. Apesar da pouca idade, se tinha uma coisa na qual eu podia me considerar experiente era em entrar de mascote. Fui mascote Bicampeao em 86/87 com apenas 3 anos entrando em muitos jogos nos braços de Birigui. Disso até 93 eu entrei tantas vezes que eu e artur estávamos muito intigados enquanto alguns mascotes choravam, pra se ter idéia do quanto os aqueles gladiadores gritavam uns com os outros.
Naquele dia subimos pelo túnel dos juízes, fomos encontrar nossos pais. Gritávamos: VAMO SER CAMPEAO, PORRA!!!
O resto da história voces já conhecem...
ESSE FOI UM DOS JOGOS MAIS EMOCIONANTES QUE JÁ PRESENCIEI NO ARRUDA.
CHUVA FINA E CONSTANTE.SAIRAM DOIS VEÍCULOS DA RUA ONDE MORAVA,UM COM TORCEDORES DO NÁUTICO E OUTRO SÓ COM TRICOLORES.CONFESSO QUE FIQUEI MORTO DE MEDO COM A EXPULSÃO DE NOSSO ATACANTE E COM O GOL DO NÁUTICO.AOS 35 MINUTOS FOI DESCENDO AS ESCADAS (ESTAVA NA GERAL) E POUCO DEPOIS O SANTA FAZ SEU PRIMEIRO GOL.VOLTEI A VER O JOGO,MAS COMO SÓ DAVA NÁUTICO DECIDIMOS VOLTAR A DESCER AS ESCADAS.QUANDO...GOOOOOOOOOL DO SANTA!CAIMOS ABRAÇADOS NA LAMA QUE SE FORMAVA NO ARRUDA,SUJOS,MOLHADOS E FELIZES !!!NÃO VIMOS NENHUM GOL E FELIZES ESTÁVAMOS.AÍ FOI SÓ ESPERAR O APITO DO JUIZ E "TIRAR SARRO"DOS INCRÉDULOS AMIGOS ALVIRRUBROS.
POR ISSO SOMOS TRICOLORES!!!!!!
Saudações tricolres. Em 1999 realmente ficou na história, principalmente naquele jogo em Goiana contra o Vila Nova, que o Santa Cruz perdeu a partida e o avião deu problema quando saiu de Brasília. Eu vinha no mesmo vôo e foi um sufuco. Mas estamos contando a história.
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